De conversas sobre trabalho, Psicologia, escolhas, relações e de uma pergunta que, de diferentes formas, sempre esteve por perto: como cuidar de pessoas sem perder de vista a vida real?
Foi desse desejo que Luanna Cunha e Ana Cristina Jeffres fundaram a Permah, em Manaus, em 2019. Duas profissionais, histórias diferentes e uma vontade em comum: construir um jeito mais humano de fazer Psicologia e desenvolvimento acontecerem — dentro das organizações e também fora delas.
No começo, talvez ainda não soubéssemos exatamente o tamanho do que estávamos construindo. E tudo bem. A Permah também foi aprendendo enquanto caminhava.
Vieram os primeiros projetos. Depois, outros. Empresas abriram suas portas para nós. Lideranças dividiram seus desafios. Profissionais confiaram suas dúvidas, seus momentos de transição e suas escolhas. Mulheres chegaram trazendo histórias que não cabiam apenas em cargos, diagnósticos ou currículos.
E nós escutamos. Estudamos. Criamos. Erramos. Ajustamos. Crescemos.
Com o tempo, compreendemos que nosso trabalho não estava apenas em desenvolver pessoas ou oferecer soluções para empresas. Estava em compreender o que acontece quando gente, trabalho, emoções, relações e resultados dividem o mesmo espaço.
Foi assim que a Permah amadureceu.
Em setembro de 2026, depois de participar da fundação e da construção dessa história, Ana Cristina Jeffres encerrou seu ciclo como sócia da Permah.
Alguns ciclos terminam sem apagar aquilo que construíram. A contribuição de Ana permanece como parte da nossa origem e da história que nos trouxe até aqui.
E uma nova etapa começa.
Sob a direção de Luanna Cunha, a Permah segue adiante mais madura, mais consciente de sua identidade e ainda profundamente comprometida com aquilo que sempre esteve no centro de tudo: gente.
Hoje, conectamos Psicologia, estratégia e desenvolvimento humano para atuar com organizações, lideranças e pessoas em momentos que pedem cuidado, clareza e movimento.
Buscamos compreender o humano sem perder de vista o negócio — e compreender o negócio sem reduzir o humano a um recurso.
Não acreditamos em fórmulas prontas para pessoas, porque pessoas não vêm com manual. Acreditamos em método, ciência, escuta, contexto e coragem para fazer as perguntas que realmente precisam ser feitas.
Talvez por isso a Permah de hoje seja diferente daquela que começou. Ainda bem.
Empresas amadurecem. Pessoas mudam. Caminhos se reorganizam.
A essência fica. A forma evolui. E a história continua.